{"id":15,"date":"2015-07-09T13:12:03","date_gmt":"2015-07-09T13:12:03","guid":{"rendered":"http:\/\/teatropublico.com.br\/?page_id=15"},"modified":"2021-09-24T20:18:35","modified_gmt":"2021-09-24T20:18:35","slug":"pesquisa","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/teatropublico.com.br\/index.php\/pesquisa\/","title":{"rendered":"PRODU\u00c7\u00c3O ACAD\u00caMICA"},"content":{"rendered":"<div style=\"width: 70%; padding: 0 10pt 0 0; float: left;\">\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/pdf\/rbep\/v10n4\/2237-2660-rbep-10-04-e100176.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[<em>Luciana Ara\u00fajo Castro e Nina Caetano<\/em>] O HABITAR COMO EST\u00c9TICA DO P\u00daBLICO: apontamentos sobre a pr\u00e1tica de habita\u00e7\u00e3o teatral<\/a> |\u00a0<\/strong>O artigo traz um recorte de uma pesquisa de mestrado na qual se prop\u00f4s uma conceitua\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de habita\u00e7\u00e3o teatral do grupo Teatro P\u00fablico (Belo Horizonte\/MG) como processo e po\u00e9tica da cena. Para tanto, as autoras partem aqui das est\u00e9ticas ligadas ao caminhar para mapear o territ\u00f3rio da pesquisa e, em seguida, recorrem a outras pr\u00e1ticas espaciais pr\u00f3ximas \u00e0 habita\u00e7\u00e3o teatral, a fim de tra\u00e7ar as semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as que justifiquem a escolha de uma nova nomenclatura. Por fim, s\u00e3o delineadas algumas caracter\u00edsticas da habita\u00e7\u00e3o teatral, como o conv\u00edvio em temporalidade estendida, no intuito de pensar o habitar como est\u00e9tica do p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Disserta\u00e7\u00e3o_Luciana-Ara\u00fajo-Castro_VERS\u00c3O-FINAL.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[<em>Luciana Ara\u00fajo Castro<\/em>] SOBRE O HABITAR E UM TEATRO QUE HABITA: A habita\u00e7\u00e3o teatral como processo e po\u00e9tica da cena<\/a> |\u00a0<\/strong>Esta disserta\u00e7\u00e3o realiza uma reflex\u00e3o sobre a pr\u00e1tica de habita\u00e7\u00e3o teatral desenvolvida pelo grupo Teatro P\u00fablico \u2013 do qual sou atriz integrante \u2013 como processo e po\u00e9tica da cena contempor\u00e2nea. Num primeiro momento, apresento um mapeamento do campo te\u00f3rico e pr\u00e1tico da pesquisa, com base em experi\u00eancias art\u00edsticas do s\u00e9culo XX que foram determinantes para o rompimento dos par\u00e2metros tradicionais de produ\u00e7\u00e3o e recep\u00e7\u00e3o em arte, para a dilui\u00e7\u00e3o dos limites entre as linguagens art\u00edsticas e, consequentemente, para o surgimento de novas formas est\u00e9ticas cada vez mais \u201ccontextuais\u201d (ARDENNE, 2002), \u201crelacionais\u201d (BOURRIAUD, 2009) e \u201climinares\u201d (CABALLERO, 2016). Ap\u00f3s localizar a pr\u00e1tica de habita\u00e7\u00e3o teatral dentro do recorte trazido pelas no\u00e7\u00f5es de \u201cpr\u00e1ticas c\u00eanicas\u201d (CABALLERO, 2016), \u201cpr\u00e1ticas espaciais\u201d (GARROCHO, 2015) e \u201carte p\u00fablica\u201d (BARRETO, 2009), recorro a outras modalidades art\u00edsticas que compartilham de alguns princ\u00edpios e caracter\u00edsticas, para tra\u00e7ar suas semelhan\u00e7as e diferen\u00e7as a fim de justificar a escolha por uma nova nomenclatura. Em seguida, descrevo e analiso as experi\u00eancias de habita\u00e7\u00e3o teatral <em>Naquele Bairro Encantado <\/em>e <em>Saudade,<\/em> de maneira a tornar vis\u00edveis os modos como a rela\u00e7\u00e3o com a espacialidade, o car\u00e1ter convivial e a perman\u00eancia contribuem para a dilui\u00e7\u00e3o das fronteiras entre arte e vida; e em que medida os bairros e seus moradores se tornam coautores da pr\u00e1tica art\u00edstica. Por fim, as reflex\u00f5es suscitadas pela experi\u00eancia pr\u00e1tica se desdobram numa poss\u00edvel conceitua\u00e7\u00e3o para o termo \u201chabita\u00e7\u00e3o teatral\u201d, em di\u00e1logo com as discuss\u00f5es sobre o habitar propostas por Martin Heidegger, Juhani Pallasmaa e \u00d3scar Cornago. <a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/Disserta\u00e7\u00e3o_Luciana-Ara\u00fajo-Castro_VERS\u00c3O-FINAL.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>[continuar lendo]<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/periodicos.ufmg.br\/index.php\/revistapos\/article\/view\/15690\/pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[<em>J\u00falia Guimar\u00e3es<\/em>] O TEATRO COMO DISPOSITIVO RELACIONAL NA HABITA\u00c7\u00c3O C\u00caNICA NAQUELE BAIRRO ENCANTADO<\/a> |<\/strong> Este artigo analisa a intera\u00e7\u00e3o estabelecida entre atores, moradores e p\u00fablico na habita\u00e7\u00e3o c\u00eanica Naquele Bairro Encantado. Busca-se compreender como o projeto colabora para ressigni car fron- teiras entre arte e vida e resgatar mem\u00f3ria hist\u00f3rica a partir do uso de dispositivos relacionais. <a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Artigo-J\u00falia-Guimar\u00e3es.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>[continuar lendo]<\/strong><\/a><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Artigo-Elisa-Bel\u00e9m.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[<em>Elisa Bel\u00e9m<\/em>] DOSES DE FIC\u00c7\u00c3O: A INTERVEN\u00c7\u00c3O URBANA NAQUELE BAIRRO ENCANTADO | <\/a><\/strong>A interven\u00e7\u00e3o urbana Naquele bairro encantado foi realizada em Belo Horizonte (MG), durante o ano de 2011. Para a realiza\u00e7\u00e3o do projeto, um grupo de atores alugou uma casa no bairro Lagoinha. O trabalho foi desenvolvido em diversas etapas. Os atores habitaram o bairro e a casa durante alguns meses. Os deslocamentos pelo bairro e dentro da casa foram feitos somente portando m\u00e1scaras e figurinos. Os personagens geraram desde estranhamento at\u00e9 a condu\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00f5es de amizades, mas os rostos reais dos atores n\u00e3o foram vistos <strong><a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Artigo-Elisa-Bel\u00e9m.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[continuar lendo]<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Disserta\u00e7\u00e3o-Eberth-Guimar\u00e3s.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[<em>Eberth Guimar\u00e3es<\/em>] CAN\u00c7\u00c3O POPULAR E CRIA\u00c7\u00c3O C\u00caNICA NA INTERVEN\u00c7\u00c3O URBANA NAQUELE BAIRRO ENCANTADO | <\/a><\/strong>Esta disserta\u00e7\u00e3o, de car\u00e1ter te\u00f3rico-pr\u00e1tico, tem por finalidade a investiga\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o de can\u00e7\u00f5es populares urbanas na interven\u00e7\u00e3o Naquele Bairro Encantado, caracterizada por ser um trabalho de improvisa\u00e7\u00e3o com m\u00e1scaras expressivas em uma regi\u00e3o tradicional da cidade de Belo Horizonte. A busca pela compreens\u00e3o das can\u00e7\u00f5es como elemento dramat\u00fargico da interven\u00e7\u00e3o instigou a necessidade de entendimento do que \u00e9 a can\u00e7\u00e3o e da rela\u00e7\u00e3o letra e melodia em sua estrutura. A partir da Semi\u00f3tica da Can\u00e7\u00e3o pudemos encontrar os processos de identifica\u00e7\u00e3o de uma can\u00e7\u00e3o e, em seguida, analisamos o discurso dessas can\u00e7\u00f5es no processo de cria\u00e7\u00e3o e na performance com o p\u00fablico. O espa\u00e7o de apresenta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi considerado como elemento dramat\u00fargico e influenciador da peculiaridade da interven\u00e7\u00e3o. Evidenciou-se a for\u00e7a dramat\u00fargica da can\u00e7\u00e3o especificamente nessa interven\u00e7\u00e3o, proporcionando maior aproxima\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico, revelando emo\u00e7\u00f5es e conduzindo as a\u00e7\u00f5es improvisadas. <a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Disserta\u00e7\u00e3o-Eberth-Guimar\u00e3s.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>[continuar lendo]<\/strong><\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[Luciana Ara\u00fajo Castro e Nina Caetano] O HABITAR COMO EST\u00c9TICA DO P\u00daBLICO: apontamentos sobre a pr\u00e1tica de habita\u00e7\u00e3o teatral |\u00a0O artigo traz um recorte de uma pesquisa de mestrado na qual se prop\u00f4s uma conceitua\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de habita\u00e7\u00e3o teatral do grupo Teatro P\u00fablico (Belo Horizonte\/MG) como processo e po\u00e9tica da cena. 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