{"id":445,"date":"2015-11-21T11:38:51","date_gmt":"2015-11-21T11:38:51","guid":{"rendered":"http:\/\/teatropublico.com.br\/?page_id=445"},"modified":"2019-04-29T00:33:02","modified_gmt":"2019-04-29T00:33:02","slug":"sala-de-imprensa-2","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/teatropublico.com.br\/index.php\/sala-de-imprensa-2\/","title":{"rendered":"NAQUELE BAIRRO ENCANTADO"},"content":{"rendered":"<h6 align=\"justify\">IMPRENSA &gt; NAQUELE BAIRRO ENCANTADO &gt; <strong>SALA DE IMPRENSA<\/strong><\/h6>\n<p align=\"justify\"><em><strong>&#8212; Sinopse<\/strong><\/em><\/p>\n<p align=\"justify\">Um grupo de velhos mascarados visita um bairro da cidade povoando o cotidiano dos moradores com imagens saudosistas do passado. No Epis\u00f3dio I &#8211; Estranhos Visitantes, o grupo realiza uma interven\u00e7\u00e3o teatral na qual o p\u00fablico \u00e9 convidado a fazer um passeio pelo bairro, enquanto os mascarados realizam a\u00e7\u00f5es cotidianas e estabelecem rela\u00e7\u00f5es com os moradores e transeuntes. J\u00e1 no Epis\u00f3dio II &#8211; Ensaio para uma Serenata, o grupo sai pelas ruas oferecendo can\u00e7\u00f5es nas resid\u00eancias, com um repert\u00f3rio constitu\u00eddo de m\u00fasicas populares de meados do s\u00e9culo passado que comp\u00f5em o espet\u00e1culo itinerante.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>&#8212; Release<\/strong><\/p>\n<p align=\"justify\"><span lang=\"pt-PT\">Naquele Bairro Encantado foi criado em 2011 na regi\u00e3o da Lagoinha &#8211; um bairro com grande import\u00e2ncia hist\u00f3rica para a cidade de Belo Horizonte (MG), mas muito castigado por intensos processos de urbaniza\u00e7\u00e3o vi\u00e1ria e pela \u201ccracol\u00e2ndia\u201d que l\u00e1 se instalou. Os atores alugaram uma casa neste bairro, para ser habitada pelos velhos mascarados que se inseriram no cotidiano dos moradores. Remetendo a figuras de outros tempos, como senhores e senhoras idosas vindos do passado, os mascarados propunham um jogo em que a sua identidade nunca era revelada. Desse modo, os atores j\u00e1 chegavam no bairro devidamente caracterizados e s\u00f3 entravam e sa\u00edam de sua resid\u00eancia como mascarados. Ao trazerem uma imagem saudosista, despertavam a mem\u00f3ria dos moradores, convidando-os a compartilhar suas lembran\u00e7as e hist\u00f3rias. <\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span lang=\"pt-PT\">O resultado dessa experi\u00eancia gerou o espet\u00e1culo de rua \u201cNaquele Bairro Encantado\u201d. O espet\u00e1culo prop\u00f5e <\/span>ocupar o espa\u00e7o de um bairro com alguma import\u00e2ncia hist\u00f3rica para a cidade, mas que, preferencialmente, se encontre abandonado pelo poder p\u00fablico, numa tentativa de incentivar a valoriza\u00e7\u00e3o da auto-estima dos moradores locais, e, ainda, de sensibilizar a popula\u00e7\u00e3o da cidade como um todo, para a import\u00e2ncia de recuperar e manter as hist\u00f3rias destes locais.<\/p>\n<p align=\"justify\">No espet\u00e1culo um grupo de atores mascarados, caracterizados como velhos, trazem \u00e0 tona hist\u00f3rias e h\u00e1bitos do passado, propondo um jogo capaz de gerar grande curiosidade na popula\u00e7\u00e3o local, pois os atores nunca retiram as m\u00e1scaras, deixando sua identidade oculta. Ao trazerem uma imagem saudosista de um tempo que j\u00e1 se foi, os velhos despertam a mem\u00f3ria dos moradores, convidando-os a compartilhar suas lembran\u00e7as, hist\u00f3rias e imagens. Desse modo, os habitantes locais n\u00e3o s\u00e3o vistos como p\u00fablico, mas como parceiros de um jogo que se constr\u00f3i em cena aberta pelos diversos espa\u00e7os do bairro. Os moradores tornam-se, ent\u00e3o, espectadores e participantes de um teatro que, de forma t\u00e1cita e sutil, invade o seu cotidiano.<\/p>\n<p align=\"justify\">O espet\u00e1culo se fundamenta nos princ\u00edpios c\u00eanicos das m\u00e1scaras populares brasileiras, na interven\u00e7\u00e3o urbana, em conceitos da est\u00e9tica relacional. Foi a partir destas refer\u00eancias que o grupo Teatro P\u00fablico criou uma s\u00e9rie de procedimentos de constru\u00e7\u00e3o dramat\u00fargica presentes no espet\u00e1culo capaz de problematizar os limites entre fic\u00e7\u00e3o e realidade dentro de um contexto urbano.<\/p>\n<p align=\"justify\">O espet\u00e1culo se divide em dois epis\u00f3dios que s\u00e3o apresentados separadamente e que se complementam. No Epis\u00f3dio I &#8211; Estranhos Visitantes, os mascarados habitam o cotidiano do bairro como simples visitantes, realizando atividades, como frequentar o com\u00e9rcio local, conversar com as figuras lend\u00e1rias da regi\u00e3o, conhecer os locais mais importantes daquela localidade, tudo isso com o objetivo de estabelecer rela\u00e7\u00f5es com os moradores, tematizando aspectos hist\u00f3ricos e sociais daquele bairro ou regi\u00e3o, que foram previamente estudados pela equipe. No Epis\u00f3dio II \u2013 Ensaio para uma Serenata, os moradores s\u00e3o convidados a se juntarem aos os mascarados para fazerem uma serenata. Munidos de violas, cavaquinhos e instrumentos de percuss\u00e3o, o grupo sai pelas ruas oferecendo can\u00e7\u00f5es e poesias nas resid\u00eancias, em um ato de gentileza e valoriza\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria coletiva da comunidade, de modo semelhante ao que ocorria nas antigas serenatas, nas quais os apaixonados ofereciam, com fervor, versos e can\u00e7\u00f5es \u00e0 sua amada. O repert\u00f3rio musical constitui-se por can\u00e7\u00f5es populares brasileiras da d\u00e9cada de 50 e 60.<\/p>\n<p><strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Rog\u00e9rio Lopes<br \/>\n<strong>Dramaturgia:<\/strong> Larissa Alberti<br \/>\n<strong>Atua\u00e7\u00e3o:<\/strong> Diego Po\u00e7a, Larissa Alberti, Luciana Ara\u00fajo, Marcelo Alessio, Rafael Bottaro e Rafaela K\u00eania<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o musical e prepara\u00e7\u00e3o vocal:<\/strong> Eberth Guimar\u00e3es<br \/>\n<strong>Figurinos:<\/strong> Juliana Floriano<br \/>\n<strong>Cria\u00e7\u00e3o e confec\u00e7\u00e3o de m\u00e1scaras:<\/strong> Fernando Linares<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Teatro P\u00fablico<\/p>\n<p><strong>Clipping:&nbsp;&nbsp; <a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/clipping-bairro-encantado.pdf\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-572\" src=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pdf2.png\" width=\"25\" height=\"24\" srcset=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pdf2.png 128w, http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/pdf2-50x50.png 50w\" sizes=\"(max-width: 25px) 100vw, 25px\" \/><\/a><\/strong><strong>&nbsp;&nbsp; Fotografias em qualidade para impress\u00e3o:&nbsp;<\/strong> <a href=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Naquele-Bairro-Encantado_imprensa.zip\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-470\" src=\"http:\/\/teatropublico.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/11\/icon_download.png\" width=\"32\" height=\"29\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IMPRENSA &gt; NAQUELE BAIRRO ENCANTADO &gt; SALA DE IMPRENSA &#8212; Sinopse Um grupo de velhos mascarados visita um bairro da cidade povoando o cotidiano dos moradores com imagens saudosistas do passado. 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